Jardim Vertical

08112017
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Mais do que uma tendência

Sem ocupar espaço, são uma ótima opção para as áreas urbanas: embelezam e são de fácil manutenção.

Paredes, que te quero verdes

Ambientes na Casa Cor Minas mostram que os jardins verticais são uma opção bela e prática e vieram pra ficar

Espaços cada vez menores e a diminuição do verde nas paisagens urbanas são consequências observadas pelo crescimento das cidades. Aos arquitetos, fica o desafia de buscar soluções para diminuir o impacto dessas consequências e tornar as moradas menos inóspitas e rígidas. Há alguns anos, o jardim vertical despontou como uma dessas soluções e, hoje, é um elemento badalado, que ganhou força sobretudo pelas mostras do segmento.

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Na edição 2013 da Casa Cor Minas, dois ambientes em particular privilegiaram o uso dos jardins verticais. Tratam-se do Gazebo, assinado pela arquiteta Estela Netto, e da Casa do Jardim, do arquiteto Luís Fábio Rezende de Araújo (luisfabiorezendearaujo.com.br). Como os dois ambientes são como umaextensão da área externa, o jardim vertical funciona como um elo de ligação entre o interior e o exterior. “No caso do Gazebo, eu senti a necessidades de trazer o verde, a natureza para dentro do ambiente, e o jardim vertical é uma ótima opção para isso. Além disso, embeleza o projeto, sem ocupar espaço”, avalia Estela. Para seu jardim, a arquiteta escolheu a planta Ripsális, uma espécie da família das suculentas, muito indicada para este tipo de estrutura, uma vez que só exige rega três vezes por semana.

Já Luís Fábio pensou em mesclar diferentes espécies de plantas, sempre tendo o cuidado de escolher aquelas de fácil manutenção, um pré-requisito básico para qualquer jardim neste estilo. “Já existia um muro de hera onde o ambiente foi construído, mas como o meu ambiente era a Casa do Jardim, achei que esse muro merecia uma repaginada. Escolhi, então, algumas espécies de plantas:  Samambaia Chorona de Fita, Renda Portuguesa, Columéias, Asplenio, Espadinha, Clerodendro, Ripsalis e Orquídeas”, enumera o profissional, que propôs uma persiana diante do jardim vertical, criando assim cenários diversos.

O jardim vertical no ambiente do arquiteto Luís Fábio Rezende de Araújo reforça a conexão do ambiente com a natureza presente do lado de fora. Como se a paisagem “invadisse” o espaço.

O Gazebo, de Estela Netto (www.estelanetto.com.br), contou com o paisagismo de Rosane Pinto Andrade. Já a Casa do Jardim, de Luís Fábio Rezende de Araújo, teve projeto paisagístico executado por Júlio Cézar Campanha e Arlete Martins Lima Dutra, da Floricultura British Columbia Garden.

Fonte: CliqueArquitetura

 

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